Programa resumido:
* Histórico e conceitos básicos;
* Efeitos da vegetação no controle de processos erosivos e na estabilidade de taludes e encostas;
* Critérios para projetos;
* Materiais e técnicas utilizadas em bioengenharia de solos;
* Estudos de caso;
* Técnicas de aplicação de biomantas e biorretentores de sedimentos;
Programa completo:
1 – INTRODUÇÃO À BIOENGENHARIA DE SOLOS – HISTÓRICO E CONCEITOS BÁSICOS
1.1 – Importância da vegetação na estabilidade de solos e controle de
processos erosivos
1.1.1 – Retenção e reforçamento
1.1.2 – Modificações no regime hídrico
1.1.3 – Mecanismos de interferência entre a estabilidade do solo e a vegetação
1.1.4 – Proteção do solo contra os agentes erosivos
1.1.5 – Microbiologia e bioquímica aplicada à Bioengenharia
1.1.6 – Recuperação de áreas degradadas e pedogênese
1.2 – Ambivalência dos efeitos da vegetação na intensidade de processos
erosivos
1.2.1 – Erosão superficial
1.2.2 – Erosão em margens de corpos d’água
1.2.3 – Erosão costeira
1.2.4 – Erosão eólica
1.3 – Quantificação dos efeitos da vegetação na estabilidade de taludes e
estimativa da perda de solo.
1.3.1 – RUSLE
1.3.2 – WEPP
2 – TÉCNICAS DE REVEGETAÇÃO
2.1 – Espécies de herbáceas (semeio manual, hidrossemeio, telas e
mantas vegetais)
2.2 – Espécies arbustivas e arbóreas (sementes, mudas, estacas)
2.3 – Situações especiais
2.3.1 – Áreas com ausência de solos (concreto projetado, rocha sã)
2.3.2 – Áreas com toxidez, pH extremos, alta salinidade, déficit hídrico, etc.
2.3.3 – Faixa de depleção em corpos d’água.
2.4 – Sistema VETIVER
2.4.1 – Em proteção de taludes e encostas.
2.4.2 – Estabilização de dunas.
2.4.3 – Tratamento de águas servidas e lixiviados (águas cinza e negra).
3 – APLICAÇÕES PRÁTICAS DE BIOENGENHARIA DE SOLOS (BS)
3.1 – Associações entre vegetação e materiais inertes
3.1.1 – Geossintéticos
3.1.2 – Madeira e estacas vivas
3.1.3 – Concreto
3.1.4 – Ligas metálicas
3.2 – BS para proteção de margens de corpos d’água
3.3 – BS em linhas de dutos
3.4 – BS em drenagens
3.5 – BS em obras de infraestrutura
3.6 – BS em mineração
3.7 – BS em paisagismo
3.8 – BS em estruturas de solo reforçado
3.8.1 – Solo grampeado verde
3.8.2 – Rip-rap verde
3.8.3 – Solo envelopado
3.8.4 – Grampeamento verde ( “Green Nailing” )
3.9 – Técnicas de aplicação de biomantas e biorretentores de sedimentos
4 – CRITÉRIOS PARA PROJETOS
5 – ESTUDOS DE CASO
5.1 – A experiência da Deflor Bioengenharia
5.2 – Estudos de caso de interesse dos participantes / visita técnica –
“CONSULTORIA SUPERVISIONADA”
Palestrante: Eng. Civil Luiz Lucena, CPESC – Certified Professional in Erosion and Sediment Control (www.cpesc.org), formado em 1982 pela FUMEC, Diretor para o Brasil da IECA / Ibero America – Associação Internacional de Controle de Erosão e Sedimentos (www.ieca.org), Certificado Internacional em Sistemas Vetiver pela TVNI – The Vetiver Network International (www.vetiver.org), Gerente Técnico e de Negócios Internacionais da Deflor Bioengenharia (www.deflor.com.br), trabalha há quase 20 anos com as técnicas de bioengenharia de solos.
Bibliografia Recomendada:
- Pereira, Aloísio Como selecionar plantas para áreas degradadas e controle de erosão, 2ª Edição – Editora FAPI, 2006.
- Rodriguez, Oscar Conservación de Suelos y Agua, 469p – Caracas,
Universidad Central de Venezuela, 2009.
- Araújo, Gustavo et al Gestão Ambiental de Áreas Degradadas, 320p –
Bertrand Brasil, 2005.
- Díaz, Jaime Suárez Control de Erosión en Zonas Tropicales, 555p –
Bucaramanga, Colombia: Universidad Industrial de Santander, 2001.
- Gray, D.H. e Sotir, R.B. Biotechnical and Soil Bioengineering Slope
Stabilization: A Practical Guide for Erosion Control. Nova York: Wiley
Interscience, 1996.
Websites Recomendados:
www.deflor.com.br / www.ieca.org / www.ectc.org / www.vetiver.org /
www.escn.tv / www.watchyourdirt.com / www.epa.org